TOC Frankfurt 2011 – Ferramentas de Mudança para o Meio Editorial

Fernando Martins, CEO da ContentStuff, estará presente na conferência TOC Frankfurt 2011 – Tools of Change for Publishing, no período de 11 a 13 de outubro. Seguem abaixo os temas dos painéis de discussão no 1º dia.

  • Leitura e escrita em dispositivos móveis (Oliver Reichenstein)
  • Conectividade do meio editorial em um mundo conectado (Mitch Joel)
  • Mudança no comportamento do consumidor por meio dos dispositivos (David Gosen)
  • O futuro da venda de livros – estatísticas e tendências (Mark Bide)
  • Publicação digital dirigida ao público infantil (Kate Wilson, Neal Hoskins)
  • Compartilhamento e Leitura Social (Innovators’ Program)
  • O futuro dos e-books (Mikolaj Malaczynski e Mateusz Frukacz)
  • Tipografia para e-books (Daniel Rhatigan e Vladimir Levantovsky)
  • Ferramentas de marketing digital (Aliza Sherman)
  • Novas formas de venda (Innovators’ Program)
  • Direitos Autorais na Era Digital (Kate Spelman e Alain Strowel)
  • Promoção de produtos na prateleira infinita (Graham Bell, Johanna Brinton, Marco Ghezzi, Sarah Hilderley)
  • HTML5 para o meio editorial (Sanders Kleinfeld e Josh Mullineaux)
  • O livro enquanto startup (Todd Sattersten)
  • A experiência do usuário (Innovators’ Program)
  • E-books: valores (Stefano Mauri, Eric Marbeau, Jesus Badenes, Cora Stephan)
  • Novas direções e fluxos de trabalho (Alastair Horne, Brian O’Leary, Sheila Bounford)
  • A língua espanhola na publicação digital (Arantza Larrauri, Patricia Arancibia, Matilde Sanz)
  • Estudo de cases (Joe Wikert com Gus Balbontin e Timo Boezeman)
  • Construção de novos padrões no século 21 (Ronald Schild com Peter Brantley, Bill McCoy e Mark Bide)
  • Estratégia digital integrada (Anna von Veh)
  • Publicação digital na Índia (Akshay Pathak)
  • Novos readers pelo mundo (Andrew Albanese em discussão com Elizabeth Wood)
  • Colaboração na cadeia editorial pelas informações do consumidor (Sheila Bounford, Jo Henry, Theresa Horner)
  • Startups do meio editorial e ecosistema de investimento na EU (Christophe Maire, Justo Hidalgo, Richard Nash, Matt Tempelis)
  • Inovações do digital para o impresso (Jason Epstein e Dane Neller com Sophie Rochester)
  • Overview digital e previsões para mercados globais por região (Joe Wikert em discussão com Ruediger Wischenbart)

Programação completa

A conferência poderá ser acompanhada em tempo real pela hashtag #TOCFFM, com cobertura direta das redes da ContentStuff e um resumo diário nas próximas postagens.

Tendências do Mercado Internacional de Revistas

Fernando Martins, CEO da ContentStuff, ministrou a palestra Tendências do Mercado Internacional de Revistas, em recente evento da ANATEC. Foram abordadas oportunidades e implicações para editores brasileiros, em diversos tópicos:

  • Nossos pontos de vista
  • Mudanças estruturais
  • Indústria fonográfica
  • Publicação de livros
  • O novo anunciante
  • O novo leitor
  • Publicação de jornais
  • Publicação de revistas
  • Enfrentando as mudanças
  • 10 ideias para seu negócio
  • Mobilidade
  • Conteúdo livre ou pago?
  • Social Media
  • Inovação

A apresentação pode ser acessada em nossa Fan Page no Facebook – clique na imagem abaixo:

Social Media Brasil 2011

A 3ª edição do evento trouxe grandes cases, pensamentos inspiradores, bons profissionais e algumas decepções também. Foi anunciado aos participantes, via e-mail, a indisponibilidade permanente da internet no primeiro dia de palestras e discussões. A ContentStuff esteve presente no evento pela ótica de três colaboradores, que contam os highlights do que de mais relevante foi apresentado e discutido:

Mais uma vez, um dos assuntos mais abordados nas apresentações é a questão da relevância na comunicação para o público da marca nas redes, o usuário. Social Media não deve se transformar simplesmente em ação publicitária, com fins de exposição somente – questão também tratada no painel “Mídias sociais é para campanha ou relacionamento?” JC Rodrigues (Disney) citou que relevância deve vir antes mesmo (e mais prioritariamente) do que o enfoque em números. Uma vez consolidada esta etapa, um departamento de Social Media está pronto para apresentar dados quantitativos relevantes.

Rodrigues abordou ainda o poder da replicação, ou seja, o motivo pelo qual as pessoas compartilham algo:

  • Ter status (conhecimento / exclusividade / pioneirismo)
  • Fazer o bem (utilidade / alerta / defesa de uma causa / emocional)
  • Fazer o mal (prejudicar alguém / agrupar-se contra algo)

Uma vez adentrado o assunto, viralização passou a ser o enfoque, com duas lições que se deve aprender em um cenário onde se quer que tudo “viralize”. A primeira, é a lição da escalabilidade: quando se espalha um conteúdo “viralizável” (termo bastante ainda difícil de escrever sem aspas), há de se estar preparado (tecnologicamente, criativamente, gerencialmente) para abranger muito mais que o previsto. A segunda lição diz respeito ao valor de marca: uma marca tem de ter sua identidade definida, e não deve ter este valor deturpado em nome de uma abordagem dita “viralizante”.

Não é possível falar em relevância nas mídias sociais sem falar em relacionamento. Isto, por sua vez, não deveria ser chamado de SAC 2.0, por conta da estigmatização da palavra. A ContentStuff, por exemplo, nomeou tal trabalho como Serviço de Interação com o Usuário, que é 24 x 7 – vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana.

Brading foi o tema exposto por Bruno Tozzini e Philippe Bertrand (DM9DDB). Eis seus estágios conceituais:

1.0: definição da personalidade da marca (marca -> mercado)

2.0: interação e relacionamento (marca-> pessoas)

3.0: estabelecimento de uma ou mais missões (marca -> contexto sócio-cultural)

4.0: real time branding e auto-evolução por meio de aprendizado (marca <-> mercado <-> pessoas <-> contexto sócio-cultural)

E não há trabalho de branding a ser realizado por preço de banana – para resultados efetivos, investimentos a níveis publicitários. Parte integrante do Branding, Social Content envolve, em sua mais alta meta, tranformar uma mensagem em acontecimento social. Como isto nem sempre é possível, há de se ter, em qualquer planejamento, três itens para distribuir por um cronograma de campanha:

1. Conteúdo constante: diariamente, ao longo de uma campanha, é necessário contato ininterrupto com seu público – porém, se este for o único esforço, os números das redes só aumentarão de acordo com o crescimento da marca, ou da própria rede.

2. Ações de engajamento: mais esporádicas, são ações que devem ser criadas a intervalos regulares, para dar um boost nos números.

3. Ações de impacto: a depender da verba, pode ser programada uma ou outra apenas, durante a campanha, para que os números sejam definitivamente expressivos e desenhem curvas com altas cristas.

Tozzini e Bertrand abordam ainda a necessidade de compra de mídia a fim de potencializar a campanha quantitativamente (Social + Media).

Outro painel que chamou a atenção dos participantes do evento foi a exposição “Como o mundo se torna mais social com as redes sociais?” Nesta discussão entre diversos profissionais de iniciativas sociais e ambientais, atentamos ao fato de que estamos de fato em uma era de compartilhamento (pelo bem ou pelo mal), sendo São Paulo o detentor do maior PIB das mídias sociais do país. Assim sendo, a resposta à pergunta-proposta do painel é: o mundo fica mais social dentro das redes sociais, mas principalmente fora delas – com ativistas, ações concretas e relacionamentos humanos diretos.

Highlights do evento Digital Innovator’s Summit 2011

Resumo do 2o dia do 4o FIPP Digital Innovators’ Summit de Berlin

Terminou hoje em Berlim4o FIPP Digital Innovators’ Summit 2011. Mike Hewitt sumarizou o que mudou nestes 4 anos em que tem sido o mestre de cerimônias do evento: “Evoluímos do debate do ‘se devemos fazer?’, passando pelo ‘se podemos fazer?’ e agora na discussão dos vários casos reais de sucessos (e fracassos) no processo de evolução das revistas para um modelo multi-plataforma”.

Se você não pôde consultar o resumo do 1o dia do evento, leia em nosso blog aqui e veja a cobertura nas nossas páginas do Facebook e Twitter.

O 2o dia do evento começou com a palestra do Diretor de Marketing da Audi na Alemanha, Dr. Hans-Peter Kleebinder, que mostrou a forma como a Audi vem investido em mídia. Kleebinder divide as formas de como interagir com os consumidores em 3 tipos de mídia:

Paid Media – mídia comprada de publishers – seja na TV, rádio, revistas, jornais, online display media, paid search e outras mídias convencionais
Owned Media – sua própria mídia, que começa com suas próprias lojas físicas, passando pelos sites de conteúdo que a Audi gerencia diretamente, além das revistas impressas que publica e canais de vídeo que produz
Earned Media – ligado aos consumidores que se relacionam com a marca através de mídias sociais e que podem realizar propaganda boca-a-boca

Audi está andando na direção de utilizar mais mídia própria e menos mídia comprada, embora tenha falado que continuará a comprar mídia tradicional a fim de alimentar seu processo de captura de novos clientes. Seu foco está na comunicação direta com a base de clientes, buscando criar formas de transformá-los em fãs.

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Resumo do 1o dia do 4o FIPP Digital Innovators’ Summit de Berlin

Terminou agora há pouco aqui em Berlim o 1o dia do Digital Innovators’ Summit reunindo mais de 400 participantes. O dia de hoje contou com palestrantes bem diversificados, cobrindo players da mídia tradicional como Le Figaro, Thomson Reuters, National Geographic e Meredith, passando por operações de players exclusivamente online como TripAdvisor, The Daily e PayPal e as operadoras de telefonia O2 (UK) e Deutsche Telekom.

O certo é que as diferenças entre players tradicionais, pure players e até as companhias de celular vêm se estreitando. Todos tem se alinhado como empresas de mídia multi-plataforma: de um lado criando e gerindo conteúdo para leitores através das plataformas/meios disponíveis e de outro lado servindo de ferramenta de marketing para os anunciantes.

Há também no ar uma certa preocupação quanto ao crescente domínio nos segmentos de busca, tablets/smart phones e social media na mão de poucas empresas (Google, Apple e Facebook). Alexander von Reibnitz, diretor geral da VDZ (equivalente à ANER na Alemanha), pediu aos editores que haja cooperação para lidar e negociar com estes grandes players, citando como exemplos iniciativas nos EUA como a Next Issue Media, na Alemanha com Bertlesman e G+J, e dos jornais nos países nórdicos.

Especialmente preocupante para vários palestrantes está a possível perda de informações a respeito dos assinantes e consumidores de produtos digitais através das plataformas da Apple e Amazon/Kindle.

Por outro lado, há otimismo em geral – as receitas publicitárias estão se recuperando, as plataformas móveis começam a mostrar resultados, assim como as iniciativas para a diversificação das linhas de receita. Experimentação é outra palavra bastante repetida, principalmente no ambiente mobile e dos tablets.

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4º Digital Innovators’ Summit 2011 – Aguarde!

Mais uma vez estaremos presentes no evento Digital Innovators’ Summit.

Acompanhe-nos e fique por dentro de tudo que acontecerá. 14 e 15 de Março/2011.

4º Digital Innovators' Summit 2011 - Engaging and Exciting the Audience

Apple apresenta alterações nos termos de uso da App Store, incluindo informações sobre In-App Subscriptions

IN-APP SUBSCRIPTIONS

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IV Fórum ANER de Inovação em Revistas

Fernando Martins e Rene Pacheco fazem presença no IV Fórum ANER de Inovação em Revistas, que ocorre somente hoje.

Os palestrantes do evento são Roberto Civita (Presidente do Conselho de Administração e Diretor Editorial do Grupo Abril), Jairo Leal (Presidente Executivo da Editora Abril), Alessandro Gerardi (CEO do grupo Domo), John Wilpers (Consultor da Innovation Media Consulting), Eugêncio Bucci (Professor da ECA-USP), Marcelo Salles Gomes (Vice Presidente Executivo do Conselho Editorial da Editora Abril), Frederic Kachar (Diretor Geral da Editora Globo), José Bello (Diretor de Publicidade da Editora Três), José Carlos Salles Gomes Neto (Presidente do Grupo M&M), Edgardo Martolio (CEO da Editora Caras), Sidnei Basile (1º Vice Presidente ANER e Vide Presidente de Relações Institucionais do Grupo Abril) e Roberto Muylaert (Presidente da ANER).

Programação: confira aqui.

Local: Grand Hyatt São Paulo – Avenida das Nações Unidas, 13.301

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